Plataforma pronta ou app próprio
Quem busca um aplicativo para condomínio encontra dois caminhos. O primeiro é contratar uma plataforma pronta, que o síndico configura e os moradores baixam. O segundo é desenvolver um app com a marca da administradora ou da construtora.
A plataforma pronta cobra uma mensalidade, em geral por condomínio ou por unidade. O app próprio custa mais no início, mas a marca, os dados e as funções ficam com quem o contratou.
| Critério | Plataforma pronta | App próprio |
|---|---|---|
| Para quem faz sentido | Um condomínio ou poucos | Administradoras e construtoras com muitos condomínios |
| Custo inicial | Baixo | Alto: desenvolvimento do app |
| Custo mensal | Mensalidade por condomínio ou unidade | Manutenção e servidor |
| Prazo para começar | Dias | Meses |
| Marca na App Store | Da plataforma | Da administradora ou da construtora |
| Dados dos moradores | Ficam no sistema da plataforma | Ficam no sistema que a empresa controla |
| Integração com o sistema da administradora | Limitada ao que a plataforma oferece | Feita sob medida |
Funções de um aplicativo para condomínio
As funções abaixo resolvem as tarefas que mais ocupam a portaria e o síndico. Escolha as que entram na primeira versão pela frequência de uso.
Reserva de áreas comuns. O morador vê o calendário do salão de festas, da churrasqueira ou da quadra e reserva pelo iPhone. As regras do regimento, como limite de reservas por mês, ficam no próprio app.
Portaria e visitantes. O morador libera um visitante ou um prestador de serviço antes da chegada. A portaria recebe o nome e o horário previsto, sem interfonar.
Encomendas. A portaria registra a entrega, e o morador recebe uma notificação na hora. O registro mostra quem retirou e quando.
Comunicados. O síndico envia avisos de obra, falta de água ou assembleia. Cada morador recebe a notificação, e o aviso fica guardado no app.
Boletos. O morador vê a segunda via, copia o código do boleto ou do Pix e consulta o histórico de pagamentos. A emissão continua no sistema de cobrança da administradora.
Ocorrências. O morador registra um problema com foto, e o síndico acompanha a solução pelo app.
Comece pelo que se repete. Liberação de visitantes e aviso de encomendas acontecem várias vezes por dia. Assembleia on-line e classificados podem esperar a segunda versão.
Dados dos moradores e LGPD
Um app de condomínio guarda muitos dados pessoais: nome, unidade, telefone, placa do carro, fotos de visitantes e horários de entrada. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) vale para todos eles.
Quatro cuidados resolvem a maior parte das exigências:
- Finalidade clara. O app informa para que usa cada dado. A placa do carro serve para a portaria, não para outro fim.
- Acesso limitado. O porteiro vê os visitantes do dia, o síndico vê as reservas, e cada morador vê só os próprios dados.
- Prazo de guarda. O registro de visitantes é apagado depois de um prazo definido pelo condomínio.
- Exclusão da conta. O morador que se muda pode excluir a conta pelo app. A Apple também exige essa opção para aprovar o app.
Em um app próprio, a administradora define essas regras e responde por elas. Em uma plataforma pronta, verifique no contrato onde ficam os dados e quem pode acessá-los.
Quando um app próprio compensa
Um app próprio compensa quando pelo menos duas destas situações valem para a sua empresa:
- você administra ou entrega muitos condomínios e quer a mesma marca em todos;
- a mensalidade por unidade já pesa no custo da administração;
- o app precisa conversar com o seu sistema de cobrança, de portaria ou de controle de acesso;
- a construtora quer entregar o app junto com as chaves, com manual do imóvel e assistência técnica;
- você quer analisar os dados de uso de todos os condomínios num só lugar.
Para um condomínio isolado, a plataforma pronta é quase sempre a escolha mais sensata.
Quanto custa um aplicativo para condomínio
Como referência de mercado, um MVP de app custa de R$ 50 mil a R$ 250 mil no Brasil. A faixa é ampla porque o preço depende das funções e, principalmente, das integrações.
O que mais pesa no preço de um app de condomínio:
- integração com o sistema de cobrança e emissão de boletos;
- integração com equipamentos de controle de acesso da portaria;
- painel para síndicos e porteiros, além do app dos moradores;
- vários condomínios no mesmo app, cada um com as próprias regras.
O valor do seu app sai da análise do projeto. A página quanto custa um aplicativo explica cada fator, e a página MVP de aplicativo mostra como começar por uma versão menor. Se o app também precisa rodar no Android, leia Swift ou Flutter.
O que a Carvalho Karsten faz para condomínios
A Carvalho Karsten desenvolve apps nativos para iPhone em Swift, com a marca da administradora ou da construtora. A equipe integra o app aos sistemas que você já usa e publica o app na sua conta da App Store.
Na análise do projeto, você recebe a comparação entre o app próprio e a plataforma pronta, com o custo de cada caminho. Depois do lançamento, a manutenção de aplicativos cobre as atualizações do iOS.
Envie como a sua administradora ou construtora atende os condomínios hoje e peça a análise do app.